Publique esta imagem porém respeite a licença e autoria, citando o autor
ESTA OBRA ESTÁ SOB UMA LICENÇA
Creative Commons
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ESTA OBRA ESTÁ SOB UMA LICENÇA
Creative Commons
As licenças Creative Commons foram idealizadas para permitir a padronização de declarações de vontade no tocante ao licenciamento e distribuição de conteúdos culturais em geral (textos, músicas, imagens, filmes e outros), de modo a facilitar seu compartilhamento e recombinação, sob a proteção de uma filosofia copyleft.
As licenças criadas pela organização permitem que detentores de copyright (isto é, autores de conteúdos ou detentores de direitos sobre estes) possam abdicar em favor do público de alguns dos seus direitos inerentes às suas criações, ainda que retenham outros desses direitos. Isso pode ser operacionalizado por meio de um sortimento de módulos standard de licenças, que resultam em licenças prontas para serem agregadas aos conteúdos que se deseje licenciar.
Os módulos oferecidos podem resultar em licenças que vão desde uma abdicação quase total, pelo licenciante, dos seus direitos patrimoniais, até opções mais restritivas, que vedam a possibilidade de criação de obras derivadas ou o uso comercial dos materiais licenciados.
A frase sempre foi dita e continuará sendo por muitos daqueles que não conhecem essa maravilhosa máquina. Na internet há milhares de sites do tipo Eu detesto catchup, eu destesto reunião ou eu detesto Mick Jager (isso é verdade, o cara não canta nada). Sempre haverá quem detesta alguma coisa, e computadores não são exceção. Não é tanto uma questão de o que alguém detesta, mas por quê.
A maioria dos avessos ao computador vê nele o símbolo de uma mudança que ocorreu depressa demais. E, de uma forma ou de outra, a humanidade nunca tem sido muito favorável a mudanças bruscas. Há até quem deteste mudanças. Charles Chaplin, talvez o maior gênio da história do cinema, detestava o filme falado e foi o último cineasta a aderir a essa novidade tão óbvia quanto revolucionária.
Muita gente tem invertido o sentido deste verso e dado uma interpretação não muito correta para o que ele significa. Acham que o simples fato de estar permanentemente na igreja e envolvido com as suas atividades, significa um cristianismo autêntico. Muitas vezes acabam por entrar em um ativismo extremado com uma grande preocupação em agradar as pessoas, o pastor, a juventude, a denominação e acabam por se esquecer do que é mais importante.
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